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Arvore mais alta da europa

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Aárvore mais alta da Europa cresce em Portugal, na Mata Nacional de Vale de Canas, em Coimbra. Chama-se Karri Knight, pertence à espécie Eucalyptus diversicolor e a estimativa mais recente atribui-lhe cerca de 75,20 metros, ligeiramente mais alto do que a Torre dos Clérigos. Plantado em 1873 e classificado como árvore de interesse público desde 2002, este gigante partilha o lugar com uma araucária-de-Queensland (Araucaria bidwillii) que, com cerca de 54 metros, será a mais alta da sua espécie na Europa. Partilhe esta história. Dar a conhecer estas árvores é também exigir uma gestão mais ativa da mata, o controlo das plantas invasoras, a prevenção dos incêndios, o acompanhamento técnico dos exemplares e o fim das inscrições gravadas nos seus troncos. O Karri Knight alcançou o topo da Europa. Cabe-nos agora divulgar, proteger e conservar este património extraordinário.

Alfarrobeira Ceretonia Siliqua -Ecoviveiros maior viveiro de alfarrobeiras

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Algumas pessoas — especialmente as que vivem longe das zonas rurais — descobriram a alfarroba quando começou a febre dos superalimentos. Depois de a febre da baga de goji, da quinoa e da couve ter diminuído, aqueles que rotulam certos produtos como fontes inesgotáveis de nutrientes — com diferentes graus de evidência científica — disseram-nos o que uma vagem de alfarroba realmente contém: rica em fibras, cálcio, ferro e vitaminas, com baixo teor de gordura, sem glúten e sem cafeína. Melhora a digestão, regula o açúcar no sangue, reduz o colesterol e é um poderoso antioxidante. No entanto, durante séculos, a alfarroba foi utilizada como combustível para os animais que trabalhavam na terra. Hoje, continua a ser uma parte importante da alimentação animal. Provavelmente por causa desta utilização, a alfarroba não foi valorizada como deveria e tem sido o parente pobre das culturas mediterrânicas em comparação com a azeitona, a amêndoa ou a uva. Mas a alfarrobeira tem sido tão importante ...

Eis a melhor forma de gerir os resíduos da poda das oliveiras.

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Dois cálculos para compreender o valor agronômico da biomassa de poda triturada, levando em consideração as diferenças substanciais entre olivais em planícies e olivais em áreas montanhosas. O manejo dos resíduos da poda — brotos, folhas e galhos — é hoje uma das questões mais críticas para a sustentabilidade da olivicultura italiana. Transformar o que antes era considerado lixo em recurso significa melhorar a estrutura do solo, aumentar a capacidade de retenção de água e restaurar a fertilidade orgânica. No entanto, A teoria agronômica frequentemente se depara com a realidade dos territórios., Onde orografia, acessibilidade e custos de gestão faça alguns Soluções simples apenas no papel. Em muitas regiões, como a Puglia, os olivais encontram-se principalmente em pianura e a trituração mecânica é uma prática estabelecida. outras áreasEm vez disso, A colina e a encosta transformam a gestão de resíduos em um desafio logístico, regulatório e econômico.É precisamente esse contraste que...

Variedades de oliveiras

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Quais são as variedades de oliveira (cultivares) mais plantadas em Portugal para produzir azeite e azeitona? Encontram-se descritas e referenciadas (em 2023) um total de 65 variedades de oliveira, que são cultivadas em Portugal para a produção de azeite, de azeitona de mesa ou de ambos os bens alimentares. Estas variedades de cultivo (ou cultivares) constam do Registo Nacional de Variedades de Fruteiras 2022, sendo algumas delas específicas e provenientes de determinadas regiões. As principais regiões olivícolas de Portugal são a chamada “Terra Quente” em Trás-os-Montes, a Beira Interior, o Ribatejo e o Alentejo. Já as variedades de oliveira dominantes em muitos olivais das diferentes regiões olivícolas são as nacionais ‘Galega Vulgar’ (ou ‘Galega’) e ‘Cobrançosa’. Além delas, existem muitas outras variedades regionais e locais que têm menor difusão. Distribuição das variedades de oliveira em Portugal – principais regiões olivícolas As principais variedades regionais de oliveira (...

Deixem-se de mariquices de podar oliveiras em forma de caniches e pons pons ou andar a fazer formas geométricas !!!!!

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Fui pioneiro no que concerne ao salvamento desta espécie de árvores. Fiz inúmeras viagens a Espanha na compra de muitas ,mas mesmo muitas árvores exemplares numa fase inicial ainda antes da Barragem do Alqueva . Na década de 2000 no inicio da construção da A22 e do Alqueva percebi que seria uma forma de salvar estas e outras espécies ,em vez de serem dizimadas nas lareiras poderiam ser transplantadas e até evitar o custo do transporte da viagem de Valencia para Portugal . Lembro - me há 20 anos com o meu filho com 2 anos ao colo andar por terrenos e marcar e a escolher árvores ,onde hoje existe o maior lago da Europa ,estradas ,casas ,prédios ,hotéis ,urbanizações e pontes. Ensinar os lenhadores a podar e nao dizimar, retirando a lenha e deixarem as árvores com uma poda de encaminhamento para uso ornamental . Aproveitámos algumas centenas a milhares ,chegando a exportar para países arabes ,asia e na Europa . Vendemos árvores destas para todo o mundo inclusive China ,Japão, Dub...

A oliveira milênio de Roquebrune Cap Martin Estimativa entre 1800 e 2200 anos de idade, regularmente designada como a árvore mais antiga da França

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Árvores podem fazer cidades pouparem 500 milhões de Euros ao ano

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Absorvendo a poluição e resfriando os lugares, os espaços verdes são essenciais para a economia. Quando se fala dos benefícios das árvores nas cidades sempre tem aqueles que pensam “lá vem o eco chato”. O que tais pessoas não imaginam é que os benefícios ambientais se estendem também para o bolso, o que garante mais economia em muitos setores cruciais para o funcionamento de uma cidade. Um estudo publicado em 2017 mostrou os resultados aproximados deste ganho financeiro. Após estudar 10 megacidades em cinco continentes e levando em consideração a poluição do ar, as águas pluviais, energia e emissões de carbono, os pesquisadores descobriram que as árvores têm um benefício econômico de cerca de 505 milhões de euros a cada ano. Estudiosos do SUNY College of Environmental Science and Forestry e Parthenope University of Naples descobriram que as árvores valem 1,2 milhão de dólares por quilômetro quadrado ou 35 euros per capita. Usando um aparelho de cobertura de árvores chamado i-Tree, ...