Deixem-se de mariquices de podar oliveiras em forma de caniches e pons pons ou andar a fazer formas geométricas !!!!!
Fui pioneiro no que concerne ao salvamento desta espécie de árvores.
Fiz inúmeras viagens a Espanha na compra de muitas ,mas mesmo muitas árvores exemplares numa fase inicial ainda antes da Barragem do Alqueva .
Na década de 2000 no inicio da construção da A22 e do Alqueva percebi que seria uma forma de salvar estas e outras espécies ,em vez de serem dizimadas nas lareiras poderiam ser transplantadas e até evitar o custo do transporte da viagem de Valencia para Portugal . Lembro - me há 20 anos com o meu filho com 2 anos ao colo andar por terrenos e marcar e a escolher árvores ,onde hoje existe o maior lago da Europa ,estradas ,casas ,prédios ,hotéis ,urbanizações e pontes.
Ensinar os lenhadores a podar e nao dizimar, retirando a lenha e deixarem as árvores com uma poda de encaminhamento para uso ornamental . Aproveitámos algumas centenas a milhares ,chegando a exportar para países arabes ,asia e na Europa . Vendemos árvores destas para todo o mundo inclusive China ,Japão, Dubai e criámos uma marca
www.oliveirasdeportugal.com .
Mercado teve uma febre de oliveiras de de tal maneira que abandonamos a sua comercialização ao nível da exportação tendo acabado com a empresa oliveiras de Portugal e mantivemos para uso interno ,nosso .
Entretanto os nossos vizinhos espanhóis perceberam que comprando os terrenos ficariam com as árvores a jamais valia dos terrenos .
O desenvolvimento das explorações agrícolas com triplo beneficio no Alentejo retirando as e comercializando estas árvores ,criarem viveiros com stock incomparável destas árvores a perder de vista ,levando-as para Espanha sendo beneficiados pela sua posição geográfica como pelas infraestruturas de portos e vias de comunicação que nós a viver na cauda da europa não poderíamos competir .
Dizimaram planícies e tornaram numa monocultura intensiva ,árvores com historia e seculares de espécies inigualáveis que produziam azeite virgem da melhor qualidade mundial .
Encheram o mercado de Oliveiras ornamentais em viveiros a perder de vista do tamanho de aeroportos .
A oferta foi ou é tanta que só poderia existir uma forma de escoar o produto inventando e colocando a imaginação em desenvolvimento fazendo de arvores de copa forma geométricas como pompons e caniches ou bolas !
Digam-me o que disserem sou contra esta poda (Topiaria) e podem vir com todos argumentos técnicos mas nesse campo , não me vão convencer nem terão fundamentos técnicos que sejam realistas em argumentar .
Um apenas ao qual não vai da nossa forma de ser e estar » As arvores morrem mais e vendem-se mais - Completamente de acordo mas não é esse o nosso lema .
A nossa postura como www.ecoviveiros.com é manter clientes e arvores sãs e felizes com menos manutenção possivel e respeitando o meio ambiente e o ecossistema .
As árvores foram criadas para crescer de forma natural ,quando as podamos de forma geométricas ,estamos a retirar a sua função e abrir portas de doenças em cada corte que fazemos e aumentar as necessidades de manutenção como de aplicação de produtos químicos ao tratamento de pragas.
É comum assumir-se que as plantas precisam de ser podadas para se desenvolverem bem, mas esta afirmação carece de fundamento.
As plantas surgiram na Natureza muito antes do ser humano, e, como tal, sem que fossem podadas. Apesar disso, sobreviveram e evoluíram assim, sós, durante muitíssimos milénios.
Porque se podam as plantas As razões para se podar uma planta podem ser variadas, mas estão todas mais relacionadas com a necessidade que temos de condicionar o desenvolvimento destas, mais do que por necessidades da planta, que pode perfeitamente sobreviver, crescer e reproduzir-se sem intervenção humana.
O presente artigo, pela diversidade de situações que a temática apresenta será dividido em duas edições dedicando-se a presente edição aos diversos tipos de poda e execução de cortes. Um resumo técnico »
Tipos de poda A denominação dos diversos tipos de poda varia bastante de acordo com diversos fatores.
Um critério de designação poderá ser de acordo com os diversos objetivos a que o exercício de podar se propõe.
Assim temos: Poda de formação (aplicadas a árvores jovens):
Elevação da copa – promove a estruturação do tronco e simultaneamente da base da copa à altura pretendida.
Trata-se de uma ação a desenvolver repetidamente ao longo do crescimento da planta, não devendo ser demasiado intensa, mas visando a longo prazo a harmonia entre a copa e a utilização do espaço sob a mesma.
Incidirá sobre os ramos mais baixos do fuste, sobre os ramos em excesso ou ainda sobre os que sejam indesejáveis. Formação do tronco – respeita à necessidade que ocorre aquando do desenvolvimento inadequado de um tronco ou até de múltiplos troncos.
Para prevenir complicações futuras, é importante estruturar o quanto antes num tronco bem conformado e que ofereça estabilidade. Incidirá sobre os ramos/caules mal conformados e/ou indesejados.
A técnica de corte mais indicada deverá ser ponderada de acordo com a situação presenciada.
Formas artificiais – tem por objetivo dotar a árvore da forma pretendida, geralmente por motivos estéticos.
As técnicas a empregar assim como as técnicas de corte mais indicadas deverão ser ponderadas de acordo com a situação presenciada.
Poda de manutenção (aplicada a árvores maduras): Formas naturais – promove tanto o arejamento e iluminação do interior da copa, permitindo o desenvolvimento de ramos novos, como a eliminação de ramos com risco potencial de queda.
A poda em questão deve preservar o perfil inicial da árvore, aumentando o seu grau de transparência, não removendo mais de 20 por cento do volume inicial da copa.
Do ponto de vista sanitário, incidirá sobre os ramos mortos ou atacados e relativamente à limpeza sobre os ramos em excesso ou ainda sobre os que sejam indesejáveis.
Formas artificiais – muitas árvores a intervencionar foram, no passado, alvo de intervenções que as privaram das suas configurações naturais.
Esta tipologia de intervenção promove quer o desenvolvimento e controlo de raminhos novos melhor posicionados, quer a eliminação de raminhos novos mal posicionados e com futuro potencial risco de queda.
A poda em questão deve preservar uma copa futura com dimensões relativamente reduzidas, para ser compatível com a estrutura biomecânica que a suporta.
Poda de reestruturação (aplicadas a situações especiais): Equilíbrio biomecânico – resulta da necessidade de adequar, em termos de distribuição de carga, a estrutura da copa face a diversos aspetos, nomeadamente uma silhueta assimétrica, uma bifurcação fragilizada, entre outros, que tornam o exemplar, ou parte deste, potencialmente perigoso.
Dever-se-á efetuar uma avaliação prévia bastante cuidada da árvore para identificar os locais de fragilidade e avaliar em que ramos a intervir e com que intensidade.
A técnica de corte de ramos a empregar deverá ser a adequada a cada situação presenciada de modo a equilibrar as cargas e a respeitar a fisiologia da árvore.
Equilíbrio fisiológico – resulta da necessidade de adequar a estrutura da copa relativamente ao sistema radicular para que o último consiga suprir as necessidades do primeiro.
Assim dever-se-á incidir sobre os ramos e raminhos terminais, reduzindo o diâmetro da copa consoante o grau de debilidade da árvore, o qual se determina após uma cuidadosa análise.
Dever-se-á dar primazia à técnica de encurtamento de ramos através de atarraque por tira-seiva para corretamente diminuir o volume da copa e respeitar a fisiologia da árvore.
Coabitação – resulta da necessidade de adequar a estrutura da copa relativamente ao espaço físico e respetivas edificações nele presentes.
Atendendo ao conflito entre a copa e as referidas edificações, a intervenção deverá incidir sobre os ramos e raminhos terminais, reduzindo o diâmetro da copa para permitir a coabitação do exemplar e da edificação.
Dever-se-á dar primazia à técnica de encurtamento de ramos através de atarraque por tira-seiva para corretamente diminuir o volume da copa e respeitar a fisiologia da árvore. Poda de correção (aplicada a situações especiais):
Reformação do tronco – técnica destinada a restabelecer o tronco de uma árvore.
Reformação da flecha – técnica destinada a redefinir a flecha de uma árvore.
Técnicas de corte Sob o ponto de vista de recuperação das feridas provocadas pela poda, ou seja, de recobrimento da ferida com novas camadas de madeira acrescentadas anualmente, a técnica de execução dos cortes assume especial relevância de modo a minimizar o tempo de exposição da ferida aos agentes externos que poderão ser nocivos para a planta.
Os ramos, na quase totalidade das situações, surgem do interior do tronco através de gomos vegetativos desenvolvidos em anos anteriores.
Assim, nos anos posteriores ao abrolhamento destes gomos vegetativos, o câmbio das plantas vai produzindo anualmente camadas de madeira que vai cobrindo os ramos que derivaram do desenvolvimento dos referidos gomos.
Neste sentido na zona de interceção do ramo com o tronco, existem tecidos que pertencem ao tronco e outros que já pertencem ao ramo, sendo estes últimos os que apenas interessam eliminar, não ferindo o tronco para não comprometer o recobrimento da ferida.
Estes tecidos, que são desenvolvimentos do tronco sobre os ramos, designam-se por ruga da casca e são os tecidos enrugados na parte superior do ramo, sendo que no sentido oposto, na base, existe normalmente uma protuberância designada por colo do ramo.

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