Esta sexta-feira, a Federação dos Produtores Florestais de Portugal vai apresentar uma queixa-crime contra as anteriores direcções por várias acusaçõe

Esta sexta-feira, a Federação dos Produtores Florestais de Portugal vai apresentar uma queixa-crime contra as anteriores direcções por várias acusações, informa a Lusa.
A actual direcção decidiu apresentar a queixa-crime no DIAP depois de «três milhões de euros terem desaparecido misteriosamente», disse o presidente do conselho fiscal, Emídio Vidigal. Este dirigente acusa dois anteriores directores de retirarem «verbas da Federação para as suas contas particulares: uma transferência de 250 mil euros num caso e cerca de 100 mil euros» noutro.
A queixa-crime denuncia ainda outra apropriação ilegal, que envolve um anterior director da Federação, suspeito de adquirir um camião para trabalhos florestais com verbas da instituição.
Parte das verbas alegadamente desviadas pelos anteriores directores têm origem no Fundo Florestal Permanente e no Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, explicou o responsável fiscal da Federação.
Os actuais responsáveis dizem ter detectado a prática de um conjunto de questões que levantam suspeitas, como o desvio de documentos, utilização indevida de fundos públicos, desaparecimento de documentação, a utilização de assinaturas falsas, entre outras alegadas irregularidades.
O Ministério da Agricultura, através de fonte da Secretaria de Estado das Florestas, não quis, para já, comentar esta matéria.

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