O montado de sobreiro é a única área florestal que cresceu no último recenseamento (2005), destacou esta segunda-feira o ministro da Agricultura, mini
O montado de sobreiro é a única área florestal que cresceu no último recenseamento (2005), destacou esta segunda-feira o ministro da Agricultura, minimizando assim um levantamento que aponta para milhão e meio de sobreiros e azinheiras mortos, refere a agência Lusa.
O jornal Público noticia esta segunda-feira um levantamento feito pela Florasul - Associação de Produtores da Floresta Alentejana, segundo o qual 2,9 por cento do montado está morto e mais 1,8 por cento é um foco de doenças que deveria ser erradicado.
Segundo o inventário, um milhão e meio de árvores estão mortas, num quadro apontado como «declínio do montado». O ministro Jaime Silva contraria a ideia, realçando que, «apesar das doenças, a área do sobreiro subiu no último recenseamento florestal (2005). Há aí um certo alarmismo».
Áreas de compensação ao abate são obrigatórias
«Há doenças do sobreiro que estão a ser estudadas há mais de 33 anos e ainda nenhum desses estudos deu resposta definitiva», realçou. Jaime Silva reconhece que o levantamento noticiado é necessário, «mas não é a solução do problema».
«O ministério da Agricultura sabe que a forma de dar resposta é manter os apoios financeiros para que os proprietários abatam sobreiros mortos». «Quando autorizamos o abate temos sempre áreas de compensação obrigatória e assim consegue-se que a área cresça», acrescentou.
Ou seja, considera que «houve boa gestão e há apoios financeiros ao montado que vão continuar. Os resultados são bons», concluiu Jaime Silva
O jornal Público noticia esta segunda-feira um levantamento feito pela Florasul - Associação de Produtores da Floresta Alentejana, segundo o qual 2,9 por cento do montado está morto e mais 1,8 por cento é um foco de doenças que deveria ser erradicado.
Segundo o inventário, um milhão e meio de árvores estão mortas, num quadro apontado como «declínio do montado». O ministro Jaime Silva contraria a ideia, realçando que, «apesar das doenças, a área do sobreiro subiu no último recenseamento florestal (2005). Há aí um certo alarmismo».
Áreas de compensação ao abate são obrigatórias
«Há doenças do sobreiro que estão a ser estudadas há mais de 33 anos e ainda nenhum desses estudos deu resposta definitiva», realçou. Jaime Silva reconhece que o levantamento noticiado é necessário, «mas não é a solução do problema».
«O ministério da Agricultura sabe que a forma de dar resposta é manter os apoios financeiros para que os proprietários abatam sobreiros mortos». «Quando autorizamos o abate temos sempre áreas de compensação obrigatória e assim consegue-se que a área cresça», acrescentou.
Ou seja, considera que «houve boa gestão e há apoios financeiros ao montado que vão continuar. Os resultados são bons», concluiu Jaime Silva
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