O azeite da “ti Adriana” tornado famoso por Margarida Pinto Correia

Adriana Paixão é a tia da administradora executiva da Fundação do Gil e o seu nome já foi falado na televisão e nas revistas por causa da sobrinha Margarida Pinto Correia que não se coíbe de fazer publicidade ao azeite oriundo das oliveiras que a tia tem em Tremês, onde reside. O pai de Margarida era natural daquela localidade do concelho de Santarém e a família passava ali alguns períodos de férias. “Ela vem aqui algumas vezes e na altura do azeite aproveita para levar algum para oferecer aos amigos”, conta a tia.
A dona do famoso azeite nunca chegou a trabalhar no lagar que o seu pai tinha mas herdou a paixão pela produção de azeite. Por ano o seu olival dá cerca de três mil litros que são produzidos em lagares da zona porque o seu já está inactivo há muitos anos. Adriana Paixão, 76 anos, nem precisava da publicidade da sobrinha porque segundo diz o seu azeite é mesmo bom e tem um sabor único que lhe é conferido pelas características do terreno e a exposição solar do olival, bem como pelo facto de resultar da mistura de oliveiras com 50 anos e outras com 19 anos.
Cada vez que vai à terra do pai, Margarida Pinto Correia leva o carro carregado de recipientes de azeite. Para si e para oferecer aos amigos. “O ano passado levou perto de 30 garrafões” conta Adriana Paixão que refere, a rir, não correr o risco de se tornar mais famosa que a sobrinha. “Ela já é famosa por si própria. É uma pessoa com muitas capacidades”, salienta, acrescentando que a relação entre as duas é muito boa e que a família sempre foi muito unida.
Grande parte da produção da “ti Adriana” é para oferecer às pessoas conhecidas. E que ganha ela com isso? “Não ganho dinheiro mas ganho a amizade de todos que ainda é mais importante”. E recorda os tempos em que vinham ranchos de trabalhadores da zona da Benedita e do Alentejo para fazer a apanha da azeitona. Agora a colheita é feita por meios mecânicos. “Margarida nunca foi muito ligada à agricultura quando era jovem, ao contrário da irmã - Clara Pinto Correia - que chegou a andar na vindima”, conta.
Adriana Paixão revela que o seu azeite tem uma baixa acidez e deixa escorrer outro segredo do sucesso: “Fazemos poucas curas e só com alguns tipos de produtos menos agressivos. É quase uma produção biológica”, salienta comodamente sentada no cadeirão da sala de onde recebe o calor da lareira. E conta também que é habitual no Natal a família juntar-se e comer broas que levam o seu azeite. Adriana fala mais da família do que de si própria recordando que funciona como uma espécie de elo de ligação das sobrinhas a Tremês.
A dona do famoso azeite nunca chegou a trabalhar no lagar que o seu pai tinha mas herdou a paixão pela produção de azeite. Por ano o seu olival dá cerca de três mil litros que são produzidos em lagares da zona porque o seu já está inactivo há muitos anos. Adriana Paixão, 76 anos, nem precisava da publicidade da sobrinha porque segundo diz o seu azeite é mesmo bom e tem um sabor único que lhe é conferido pelas características do terreno e a exposição solar do olival, bem como pelo facto de resultar da mistura de oliveiras com 50 anos e outras com 19 anos.
Cada vez que vai à terra do pai, Margarida Pinto Correia leva o carro carregado de recipientes de azeite. Para si e para oferecer aos amigos. “O ano passado levou perto de 30 garrafões” conta Adriana Paixão que refere, a rir, não correr o risco de se tornar mais famosa que a sobrinha. “Ela já é famosa por si própria. É uma pessoa com muitas capacidades”, salienta, acrescentando que a relação entre as duas é muito boa e que a família sempre foi muito unida.
Grande parte da produção da “ti Adriana” é para oferecer às pessoas conhecidas. E que ganha ela com isso? “Não ganho dinheiro mas ganho a amizade de todos que ainda é mais importante”. E recorda os tempos em que vinham ranchos de trabalhadores da zona da Benedita e do Alentejo para fazer a apanha da azeitona. Agora a colheita é feita por meios mecânicos. “Margarida nunca foi muito ligada à agricultura quando era jovem, ao contrário da irmã - Clara Pinto Correia - que chegou a andar na vindima”, conta.
Adriana Paixão revela que o seu azeite tem uma baixa acidez e deixa escorrer outro segredo do sucesso: “Fazemos poucas curas e só com alguns tipos de produtos menos agressivos. É quase uma produção biológica”, salienta comodamente sentada no cadeirão da sala de onde recebe o calor da lareira. E conta também que é habitual no Natal a família juntar-se e comer broas que levam o seu azeite. Adriana fala mais da família do que de si própria recordando que funciona como uma espécie de elo de ligação das sobrinhas a Tremês.
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