O comboio do azeite já partiu. Portugal corre para o apanhar. Talvez consiga, com um empurrão dos espanhóis e uma mãozinha dos angolanos. É que o país


O comboio do azeite já partiu. Portugal corre para o apanhar. Talvez consiga, com um empurrão dos espanhóis e uma mãozinha dos angolanos. É que o país de oliveiras e excedentário em azeite nos anos 60 não tem hoje produção nacional suficiente para o consumo interno. As azeitonas colhidas resultam numa produção média anual de 40 mil toneladas. E os portugueses consomem entre 70 a 80 mil. A estas toneladas acrescem outras 30 mil que são exportadas sob marca portuguesa. Mas muito do azeite embalado no País vem de países como Espanha, Grécia e Marrocos. Cem mil toneladas. É a meta desejada para Portugal deixar de importar 40% do azeite que consome internamente. A produção nacional satisfaz apenas cerca de 60% das necessidades. Para alcançar o objectivo, produtores e distribuidores de um sector que vale cerca de 500 milhões de euros podem debater estratégias, até agora quase ausentes, para o sector do azeite. Acaba de ser criada a Associação Interprofissional da Fileira Oleícola (AIFO), que abre as portas à criação de uma verdadeira fileira do azeite. O anúncio foi feito há duas semanas pelo ministro da Agricultura, Jaime Silva, durante a Bienal do Azeite, uma iniciativa conjunta da Associação de Produtores de Azeite da Beira Interior (APABI), Confraria do Azeite e autarquia de Castelo Branco

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