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A ANEFA, Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente realizou no passado dia 11 de Julho, em Albergariaa- Velha, uma Acção de Formação teórico prática sobre o tratamento de estilha proveniente de madeira infectada pelo Nemátodo do Pinheiro.




A problemática da expansão das áreas afectadas por Bursaphelenchus xylophilus (Steiner et Buhrer) Nickle et al. (nemátodo do pinheiro) leva segundo a ANEFA, cada vez mais a uma preocupação acrescida e responsável de tratar os factos, sendo que o envolvimento de todos na procura de informação para fazer face à questão é fundamental, já que esta afecta todos os agentes económicos envolvidos no Sector Florestal.



Com o objectivo de fornecer as noções básicas de funcionamento, aplicação e segurança, necessárias à execução de serviços de fumigação com o insecticida Gastoxin, esta Acção de Formação teve uma grande receptibilidade, sendo que a organização atribui o seu enorme sucesso à importância dos conteúdos abordados e às questões práticas desenvolvidas.



As inúmeras solicitações para participação na Acção de Formação, levam a ANEFA a agendar futuras sessões já no final do Verão, em diferentes pontos do país, abrangendo assim um maior número de interessados.



Como representante das empresas de exploração florestal, a ANEFA atenta as necessidades e exigências a que obriga o desenvolvimento do processo de expansão desta praga, não podia deixar de expressar o seu desagrado relativamente à inércia das entidades competentes, e lembrar que desde o primeiro instante esteve envolvida nesta questão, tendo participado em sede do PROLUNP - Programa Nacional de Luta Contra o Nemátodo da Madeira do Pinheiro, no controlo e erradicação da praga, e que esta se encontrou praticamente controlada em 2001.



A situação que se vive actualmente é insustentável para todos aqueles que dependem do Sector Florestal, e a ANEFA acredita que a não revisão e alteração da estratégia seguida, irá conduzir à falência de inúmeras empresas e aumento do desemprego local, situação ainda mais alarmante numa altura em que é urgente fixar as populações nas zonas rurais.



Lisboa, 15 de Julho de 2008

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