A Quercus assinalou no passado dia 23, o Dia da Floresta Autóctone, alternativo ao Dia Mundial da Floresta por ser mais adaptado às condições climatéricas de Portugal e Espanha, com o lançamento do projecto «Criar Bosques, Conservar a Biodiversidade».
A campanha, que pretende que a celebração não se circunscreva a dia 23 de Novembro, propõe um conjunto de acções, que passam também pela quantificação da capacidade de sequestro de dióxido de carbono (CO2) dos novos bosques e daqueles que já se encontram em crescimento.
«Em Portugal, grande parte da floresta natural desapareceu ou está muito alterada, sendo já raras algumas das nossas árvores autóctones», adianta a organização ambientalista, em comunicado, explicando que uma das causas é a simplificação dos ecossistemas florestais, «reduzindo-os a meros conjuntos de árvores alinhadas da mesma espécie».
A Quercus pretende que, até Março do próximo ano, sejam plantadas 25 mil árvores e arbustos autóctones em todo o País, atingindo um milhão de exemplares dentro de cinco anos.
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